terça-feira, 30 de dezembro de 2008


"Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:

- Ah, terminei o namoro...

- Nossa, quanto tempo?

- Cinco anos... Mas não deu certo... acabou.

- É não deu...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos esta coisa completa. Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é malhada, mas não é sensível. Tudo nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele. Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona... Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não lute, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama!!!Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família? O legal é alguém que está com você por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar. Enfim... quem disse que ser adulto é fácil?"

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008


Pela primeira vez na vida eu não fiquei com medo... Eu não fiquei nervosa. Pela primeira vez na vida eu sinto que tudo vai dar certo, de uma forma ou de outra. Acho que to me apaixonando, por quem não deveria, e assim mesmo não tenho medo. Se tiver que ser será, se não, não será... E acabou! Enfim! Mas eu tô tão feliz! E nada nesse mundo destruirá essa felicidade! Nada mesmo, ouviram!? Só não me olhe assim tão tchau... ^^

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008


E quando tudo parece perdido, você mesmo vira super-herói e salva o mundo. Salva a vida, salva um coração. E como me disseram que ia acontecer, eu olho pra trás e dou risada de tudo que aconteceu... E das besteiras que eu fiz. E quem disse que a vida é triste? Não é mesmo! "Barras na vida, não há". Se a coisa tá boaa? Como dizem as meninas... Carretinha desgovernada! E como diz Leo... Daqueleee Jeitooo! Rsrs! Enfim, descobri que sou muito mais eu e vai ser assim daqui pra frente. Eu tomo minha vida nas mãos e faço dela o que bem entender agora. Só preciso mesmo é de um emprego! =D


terça-feira, 18 de novembro de 2008

A impontualidade do amor


Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?

Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.


(Roubado do orkut de Naninha)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008


É hora de realizar sonhos, hora de ser mais do que feliz! Hora de fazer o que eu quero e só. E que as portas se abram porque eu tô passando. =D É hora de fazer acontecer! E se todo mundo quer saber o que eu penso e sinto, eu vou contar. Eu penso que quero ser feliz, eu sinto alegria. E não me sinto só... Tem tantos ao meu lado, tanta gente legal e que me ama de verdade. Mas ainda falta, ainda sinto a falta de alguém.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Decisão


É tempo de tomar decisões... Ficar? Ir? Parar? Continuar? Abandonar? O que fazer? Sei bem o que quero, só resta coragem de falar. Mas se não for agora, quando será? Precisa ser agora, hoje... Talvez amanhã! Mas logo... Antes que o sonho vá embora. Logo!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Carol

Desde muito cedo tenho Carol em minha vida. Como uma prima pronta pra ajudar e dar conselhos nas melhores horas, ou nas piores. Pronta para atormentar minha vida quando bem queria também. Uma prima que me amava/ama! Mais tarde Carol me apareceu como melhor amiga, companheira de todos os lugares de brincadeiras. Não resistia aos seus cachos negros caídos pelos ombros. Carol estava comigo até no banho... Ainda não sabia diferenciar imaginação da verdade. Um pouco antes disso, Carol já tinha sido inimiga, de brigas na escola e murro no recreio. E quanto ódio eu tive dela! Um dia Carol virou amor... Amor proíbido, sem vergonha (com vergonha). Era minha princesa, do beijo apostado na festa, dos selinhos roubados na escola. E ninguém desconfiava, só nós sabiamos dessa paixão louca e inexplicável que tinhamos uma pela outra. Ah, minha Carol. Menina bonita, do corpo perfeito, do sorriso encantador, do brilho no olhar que jamais esquecerei. Minha paixão dos tempos de escola, da fala mansa e dos segredos ao pé do ouvido. Das sérias provocações em tom de brincadeira. Das minhas Carol's, da minha Carol, jamais esquecerei!