terça-feira, 13 de abril de 2010

Avó

Não pensei que fosse ser avó aos 22 anos de idade... É impossível, mas eu sou. Desde ontem eu sou avó de dois gatinhos pretos e lindos, filhotes de minha gatinha preta e linda! Dois menininhos que mais parecem ratinhos, e minha filha aqui, muito boa mãe, e toda carente. Fiquei tão feliz quando ela foi me chamar porque estava tendo nenem. Ela andava tão distante de mim, só queria saber de Lucas, e de repente, ela confiou em mim pra ajudar no parto. Foi lindo! Emocionante! Estamos todos felizes porque deu tudo certo. Algumas pessoas podem até achar besteira, mas isso acontece até terem um animal de estimação, não conheço ninguem que não os trate como filhos!!! Muito bom!

domingo, 11 de abril de 2010

Blah!

Enquanto estão todos vicíados em twitter, eu fico por aqui achando esse modismo um porre. Fala sério... O que vc pode escrever em... Quantos mesmo? 140 caracteres? Blah! Só pra dizer mesmo o que vc anda fazendo na hora, não é??? Não dá nem pra desenvolver a coisa... E daí fica um monte de gente lendo o que vc anda fazendo... Tudo bem, tem gosto pra tudo. A febre do twitter já, já passa, assim como passou msn, como está passando orkut, facebook, blá, blá, blá! E meu blog sobrevivendo a tudo isso... Há quanto tempo mesmo??? Acho que três anos já... Aff! É, eu continuo mesmo por aqui... Não sou pessoa de poucas palavras!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Antes de ser mãe


Antes de ser mãe eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.
Eu não tinha roupas manchadas.
Eu tinha calmas conversas ao telefone.

Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.

Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia.
Eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.

Antes de ser mãe eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.
Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.

Antes de ser mãe ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.

Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.
...Eu dormia a noite toda...

Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.
Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.
Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.

Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.
Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.
Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.

Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.
Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Eu não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança.
Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.

Antes de ser mãe eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.

Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe.

Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.

Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.

Obrigada Ruan por permitir que eu sinta tudo isso.
TE AMO MAIS QUE TUDO NESSA VIDA!!!

sábado, 3 de abril de 2010

Febre

E pra quem acha que ser mãe só são flores (eu sei que ninguém acha isso, mas pode ser ainda pior), saibam da parte desagradável. Eu não sei se já comentei aqui, mas eu tenho muuito leite, muito mesmo! Aí as pessoas falam: "Que bom! Tem gente que tem muito problema com isso". De fato, eu tenho pena das mães que não conseguem amamentar seus filhotes por um tempo bacana. Porém, quem tem muito leite também passa por maus bocados. Começando que nenhuma roupa fica limpa, é leite para tudo quanto é lado. Quando Ruan mama, acaba sempre se engasgando com a quantidade de leite que sai de vez. E pra piorar a situação, se ele não der conta de todo o leite o peito pode impedrar, e como se não bastasse o incômodo das dores nos seios, também pode causar febre. E foi por isso que passei essa noite. Febre! Horrível, sensação pior não há. Todo mundo sabe que febre é muito chato... A dor no corpo, o frio... Mas imagine ter febre e ainda assim ter que levantar para cuidar de um bebê na madrugada. É, ser mãe não é mesmo fácil. Mas é uma delícia!

terça-feira, 30 de março de 2010

Felicidade!

Tanta coisa acontecendo... Não tenho tempo para mim, é difícil conseguir tomar um banho, não durmo direito, não consigo ficar o tempo suficiente em frente ao computador para fazer tudo que preciso, não consigo deixar a casa totalmente em ordem, à noite tô tão esgotada que é difícil até dar atenção direito ao meu marido. Mas estou tão feliz! Ele me completa, me faz rir, é minha alegria. Nunca imaginei que amor de mãe fosse tão grande, tão intenso!!!! Sem tempo para fazer postagens...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Fazendo minha parte


Sobre Influenza H1N1 - Histórico

Inicialmente, a epidemia conhecida como influenza, transmitida pelo vírus de mesmo nome, ocorreu em 1889, quando 300 mil pessoas morreram, principalmente idosos, em decorrência de complicações. Em 1918, uma variação do vírus, tornando a doença conhecida como gripe espanhola, acometeu cerca de 50% da população mundial e vitimou mais de 40 milhões de pessoas. Em 1957, a gripe asiática, transmitida também por uma variação do vírus influenza, se espalhou pelo mundo em seis meses e matou cerca de 1 milhão de pessoas.

Os vírus influenza são compostos de RNA de hélice única, da família dos Ortomixovírus e subdividem-se em três tipos: A, B e C, de acordo com sua diversidade antigênica. Os vírus podem sofrer mutações (transformações em sua estrutura). Os tipos A e B causam maior morbidade (doença) e mortalidade (mortes) que o tipo C. Geralmente, as epidemias e pandemias (epidemia em vários países) estão associadas ao vírus influenza A. A influenza H1N1, uma nova variação do vírus H1N1 teve o primeiro caso confirmado em abril de 2009, no México.

As principais características do processo de transmissão da influenza são: alta transmissibilidade; maior gravidade entre os idosos, as crianças, os imunodeprimidos, os cardiopatas e os pneumopatas; rápida variação antigênica do vírus influenza, o que favorece a rápida reposição do estoque de susceptíveis na população; apresenta-se como zoonose entre aves selvagens e domésticas, suínos, focas e eqüinos que, desse modo, também constituem-se em reservatórios dos vírus.